Her red suede sandals, fringed, like tropical moccasins. Her feet in front of mine, in a hurry – what did they remind me of? Her feet were acacias petals.

(I looked down at my feet, not as delicate, in red skater shoes. My feet were also acacia red.)

Later, dangling from a street corner tree branch, a bundle of tied-together shiny plastic and red simcard pouches. Two boys minding it.

This city is indifferent to its relentless red blooms, it sweeps fallen petals out of habit, leaving them in heaps on the curb, heaps in the broken asphalt.

P.S. O artigo final. E o editorial, “Somos todos cúmplices” – muito bem dito.

I would like to thank the commander of the Mozambican police who taught me the meaning of a new phrase “Vou te chamboquear!

He taught me yesterday at 11am in the burning sun on the side of the road, here on the opposite side of Maputo’s international airport

It all started when we were stopped by the police in our tuk-tuk at an all too routine traffic control stop, returning from a morning of distributing Mozambique’s free newspaper in the outlying neighborhood of Benfica. The other distributors had already gotten off, in their neighborhoods and it was just Driver and I returning to the city center.

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Inspired by @Moiani and @johannesmyburgh

Quero agradecer o comandante da PRM que ensinou-me o significado desta frase.

Ensinou-me hoje no calor do sol das 11h aqui

Tudo começou quando fomos interpelados pela polícia na nossa txopela (tuk-tuk), a voltar duma manhã de distribuir o jornal no Bairro Benfica. Os outros distribuidores tinham descidos nos seus bairros já e estavámos eu e o Motorista a voltar ao centro da cidade.

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Urban women “amarrar” (literally “tie on”) capulanas the beautiful print fabrics for special occasions. This image is from a party this weekend for my friend who is about to get married.

I remember seeing an interview with Angolan musician Paulo Flores some time ago in which he described with his solemn poetry life in urban Angola – lots of people with their feet in the mud but tuning in to satellite TV.

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Lembro de ler uma entrevista com Paulo Flores há tempos em que ele retratou com a sua poesia solene a situação de Angola urbana – multidões com os pés na lama mas a sintonizar com TV internacional.

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[Uma tradução defeituosa, mas lá está.]

Não podia ter imaginado duas primeiras semanas mais surreais e em contraste aqui em Maputo. (Como parentese, nunca me imaginei a viver aqui, tendo viajado frequentamente por aqui ao caminho de Niassa.)

A primeira semana, depois dum convite a última hora, encontrei-me numa conferência académica sobre a vida do fundador Samora Machel. Foi essencialmente um club de homens – houve uma palestrante mulher o dia inteiro.

O destaque do dia foi anunciado incluir Museveni (não apareceu), Kenneth Kaunda (fundador Zambiano) e Mugabe.

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A volta a pé, por volta das 19h, é deliciosa. As ruas de Polana não estão completamente vazias, mas há menos trânsito. Menos pessoas. É hora dos morcegos e dos grilos. Os môrcegos, invisíveis e omnipresentes, acompanham os meus passos com  chiados leves, que lembram de andar em neve nova. Os grilos enchem a noite em certos lugares com seu coro potente.

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