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Por incrível que pareça, eis uma imagem duma eleição municipal. Tirada hoje de manhã nos arredores da “cidade” de Cuamba pelo reporter de @ Verdade, Helder Shirangano. Estas pessoas chegaram ao posto de votação às 5h.

As incredible as it seems, this image is of a municipal election! It was taken this morning on the outskirts of the “city” of Cuamba, the second city of Niassa by @ Verdade newspaper reporter Helder Shirangano. These voters arrived at 5am to the polls.

From the sleepy “city” in my dear Niassa province, Mozambique, this has to be the most absurd name for a street. Ever. “Rua Sem Nome 2” which translates as “Street with No Name 2”.

As though “Street with No Name” was not bad enough, the city hall of Cuamba has started a series.

Wondering how many numbers are in the series. Can’t be too many because the place feels like a wild west frontier town.

A one horse town – a horse with no name.

Credit goes to @Verdade newspaper reporter @Shirangano for this provincial gem.

I just said goodbye to two of the most amazing people I have ever worked with. Two people who I have laughed with, traveled with and been reminded about what matters in life. I told them I would be back, with a backpack on my back and no laptop and Outlook weighing me down. And they informed me that I would be staying with them “no bairro” (“in the neighborhood”).

Moments like this remind that we have simultaneously total control and zero control over our futures. One eye is dry and the other is filled with tears.

Here is one for Saturday night, one of the posters up around town that I never saw before this trip. The party starts in an hour, ladies prepare your Hooterswear.

Aqui vai um para sábado a noite, um dos cartazes que nunca vi por aqui antes desta viagem. A festa começa daqui a uma hora. Damas, preparem os seus trajes Hooters.

The province has been known to go without “refrescos” (Coke, Sprite and Fanta) for extended periods due to logistical delays and cost of transport. However, Niassa can rely on the natural “refresco”. July is sugarcane munching season – it’s like the original softdrink – a soft of sugar into your veins. Peel its pink-purplish husk using your side teeth and molars. If you are a child and don’t have sufficient molars, smash it in to gnawable pieces.

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A província já tem passado longos periodos sem “refrescos” (Coke, Spite e Fanta) devido a demoras logísiticas e o custo de transporte. Porém, Niassa sempre pode contar no “refresco” natural. Julho é estação de mastigar cana, como o “refresco” original – um shot de açucar nas veias. Desgascar a sua pele cor-de-rosa-roxa usando os dentes do ciso e os dentes do lado. As crianças que não tem dentes de ciso suficientes partem a cana por bater com força, até quebrar em peçados mastigáveis.

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Como passámos o dia a tentar conseguir “credenciais” e autorização para fazer um trabalho routina que tinhamos feito em outros lugares sem problema, quando li isso ontem a noite, tive de partilhar com o mundo. É mesquinhice? É machismo? Ou representa algo mais medonho? Voltarei a falar de relações de gênero. Entretanto, no jornal Faísca 545 com data 15 de julho, sobre as prioridades da Assembleia Municipal de Lichinga:

I start with the most important: some wild boar information. If you are lucky, you can get a live wild boar on the side of the road. Wild boars are actually less ferocious than pigs. You can keep them like pigs, domestically. Pigs are extremely mean. Two lions against one pig, and one of the lions will go down. A pig will run up to a tree, with its rear against the trunk, and dig in for defence.

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Começo com o mais importante: informação sobre os javalis. Com sorte, consegue-se javalis vivos a beira estrada. Os javalis são até menos ferozes do que porcos. É possível cria-los como porcos, que são por sua vez muito maus. Dois leãos contra um porco, e um dos leãos vai abaixo. Um porco corre para uma árvore, encosta, com o rabo contra a árvore, e começa a sua defesa.

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